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CRISE | Governo militar enfrenta escalada de violência e solicita apoio do presidente Lula

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Sociedade Civil critica governador por ter um Bombeiro responsável por pasta de segurança pública; Marcos Rocha vira chacota nas redes

Porto Velho enfrenta uma onda de violência que tem desafiado as forças de segurança e a gestão do governador Marcos Rocha (União Brasil). Ataques coordenados por facções criminosas têm gerado pânico na população, com incêndios criminosos, confrontos armados e destruição de bens públicos e privados.

Adolescente morto após desafiar a polícia

Um dos episódios mais emblemáticos ocorreu quando um adolescente de 16 anos foi morto pela Polícia Militar após desafiá-los em uma transmissão ao vivo. O jovem disparou contra os policiais que reagiram em legítima defesa. O caso exemplifica a audácia dos criminosos e a tensão crescente entre facções e forças de segurança.

Série de ataques e destruição

Os ataques continuaram na noite de terça-feira (14) e se intensificaram na madrugada de quarta-feira (15). De acordo com autoridades, mais de 10 veículos foram incendiados em diferentes pontos da capital. Entre os ataques registrados, destacam-se:

  • Distrito de Jaci-Paraná: Criminosos incendiaram cinco ônibus escolares na Escola Vicente Rondon, rendendo o vigilante antes de atear fogo.
  • Garagem da empresa Amatur: No bairro Aeroclube, vários ônibus foram destruídos em um incêndio criminoso, paralisando o transporte público.
  • Zona Sul: Uma oficina mecânica foi invadida, onde criminosos incendiaram uma viatura da Polícia Militar que estava em manutenção.
  • Posto de combustíveis no bairro Três Marias: Criminosos dispararam contra o local antes de fugir.

Fragilidade da segurança pública

Mesmo com o reforço da Força Nacional de Segurança, os ataques continuam, expondo a fragilidade no combate ao crime organizado. Os moradores de Porto Velho relatam medo e insegurança, enquanto a polícia intensifica as operações para identificar os responsáveis.

Impactos sociais e econômicos

A destruição de ônibus, veículos e infraestruturas públicas causou um impacto significativo no cotidiano da capital. O transporte público segue parcialmente paralisado, e empresas locais enfrentam prejuízos. Além disso, os ataques têm gerado desconfiança na capacidade do governo estadual de conter a violência.

Resposta das autoridades

O governador Marcos Rocha e o Secretário estadual de Segurança Pública, Felipe Bernardo Vital, prometem reforçar as operações para desmantelar as facções criminosas. A polícia solicita a colaboração da população para identificar suspeitos e evitar novos ataques.

Porto Velho segue em alerta, enquanto as autoridades buscam estratégias para restabelecer a ordem e garantir a segurança da população. A crise evidencia a urgência de medidas concretas para conter a criminalidade e proteger a capital de Rondônia. 

Imprensa Marrom 

Nos quatro cantos da cidade a população que tem senso crítico está comentando que a imprensa digital se igualou a imprensa tradicional, pois estão apenas criando notícias factuais do editorial polícia.

— Não existe mais mídia independente em Rondônia, está todo mundo comprado, só falam dos ataques. Não vemos ninguém criticar o governo que tem um Coronel da PM. O deputado Coronel Chrisóstomo tinha razão quando disse que o Marcos Rocha nunca foi coronel na vida, a patente é apenas de fachada. Ele ainda quer ser o nosso senador nas próximas eleições, tu acredita?  — Comentou o senhor que se identificou como Chico Preto, morador da zona Leste da capital rondoniense.

 

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